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E os trevos de acesso à Unistalda, quando sairão do papel?

Trevo de Acesso à Unistalda
Já ouvimos e lemos muito por aí falarem sobre acesso asfáltico, modificação e construção de trevos em cidade A, cidade B. Mas e Unistalda em qual situação está?

Temos os acessos mais críticos da BR 287, onde já foi palco de muitos acidentes, mas mesmo assim continuamos “esquecidos”, ou será desinteresse mesmo? O que “tão esperando? O que falta? Estas são indagações feitas pela maioria dos Unistaldenses.

Estive conversando com a Prefeita Cláudia Pavanelo, e a mesma mostrou-me os Projetos que já estão prontos pelo DNIT, e o Ofício n°. 075/2010-Gab, datado em 28 de junho de 2010, em que a Prefeita foi até Porto Alegre na Superintendência Regional do DNIT no Estado do RS, levar em mãos este ofício solicitando a priorização da construção de um trevo de acesso ao perímetro urbano de Unistalda, justificando que este pedido já havia sido formulado pelos Prefeitos anteriores, e que após a recuperação da BR 287, o fluxo de veículos (Porto Alegre/São Borja) aumentou muito e a principal via de acesso à sede do Município não oferece as condições de segurança necessárias, inclusive para os veículos que transportam alunos da rede Municipal e Estadual de Ensino, bem como o grande número de caminhões que transitam diariamente para o transporte da produção agrícola, causando com isso uma preocupação constante.
Projeto feito pelo DNIT

A Resposta que teve?
Lhe afirmaram, inclusive ligaram para Santa Maria confirmando que Unistalda estava no Crema2, isto dando a maior urgência para a obra, e que até o final de 2010 às obras teriam inicio.

Mas até agora nada, continuamos na mesma aguardando, e correndo riscos diariamente.

O Executivo já fez a parte dele, através desta administração e das anteriores, mas por favor senhores políticos, deputados, vereadores, nos ajudem, este é o clamor da “População Unistaldense”, chega de fazerem nossas tribunas como palcos para comícios, chega de usarem nossas tribunas para interesses pessoais. Em vez de ficarem usando este espaço para realizarem seus “júris”, tornando seções como verdadeiras salas de audiência, condenando um e outro, pensem mais em nós, trabalhem junto, façam mais pelo “Povo”. Este é apenas um exemplo do que pode ser feito pela "Capital do Pau-Ferro".

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